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04/07/2017

Jucá acha remota aprovação da reforma trabalhista esta semana, mas não descarta

Foto: Tiago Orihuela
Jucá acha remota aprovação da reforma trabalhista esta semana, mas não descarta

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) concedeu entrevista coletiva à imprensa nesta segunda-feira, dia 3 e afirmou que não descarta a aprovação da reforma trabalhista esta semana, mas acredita que a possibilidade seja remota, pois isso dependeria de um acordo a ser costurado pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira com os líderes partidários. “ Queremos aprovar a reforma trabalhista com rapidez, mas sem atropelar. Não há nenhuma intenção de passar o trator. Vamos buscar o entendimento para discutir o mérito e esgotar o debate”, afirmou.

 

Além disso, ainda não há nenhum compromisso do governo em incluir em uma Medida Provisória a volta do imposto sindical obrigatório ou uma graduação decrescente até que o imposto seja extinto. “Não há nenhum acordo para recolocar o imposto sindical em uma Medida Provisória. O que o governo está discutindo é reabrir a discussão com as entidades sindicais. Não há nenhum texto pronto para voltar o imposto sindical e qualquer mudança será feita com base na discussão prévia com a Câmara. O que o governo fez foi fazer uma recomendação para que o assunto fosse discutido posteriormente”, falou.

Jucá informou ainda que o requerimento de urgência para votação em plenário da nova legislação trabalhista será amanhã à noite e que será pedida, na hora da votação do mérito, preferência para a votação do relatório do senador Ricardo Ferraço, aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

 

O senador disse ainda que o presidente Michel Temer deve ir no encontro dos países membros do G-20 na Alemanha, o que definiu como uma decisão acertada, uma vez que o País tem que marcar sua posição nos fóruns internacionais.

O presidente do PMDB e líder do governo no Senado afirmou  também que partido não vai fechar questão sobre a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara. Segundo ele, por não ser uma questão partidária, não há razão para obrigar os deputados a seguirem uma orientação.

 

"Não precisa fechar questão, pois isso não é questão partidária, é questão de foro íntimo, de julgamento", afirmou Jucá. Ele, no entanto, não descarta que a bancada do partido tome a iniciativa. "A bancada do partido, se quiser, vai pedir no âmbito Câmara. A posição do presidente do partido é analisar qualquer pedido e agir como juiz."

Em relação a indicação de Raquel Dodge à Procurador-Geral da República, o senador disse que votação dependerá do ritmo dado pelo presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o senador Edison Lobão.

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